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Ano 2 ▪ Nº 95 ▪ De 22 a 28 de dezembro de 2013

Na Era do Espírito
Editor: Celso da Costa Frauches – Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Ano 2 ▪ Nº 95 ▪ De 22 a 28 de dezembro de 2013

Na Era do Espírito é um espaço virtual para mensagens destinadas à educação dos sentimentos e emoções do Espírito, ser imortal, criado à imagem e semelhança de Deus – “inteligência suprema, causa de todas as coisas”.

Espera e age

Irmão José

797. Como o homem poderia ser levado a reformar as suas leis?
̶ Isso acontecerá naturalmente, pela força das coisas e a influência das pessoas de bem, que o conduzem pela senda do progresso. Há muitas que já foram reformadas e muitas outras ainda o serão. Espera! (O Livro dos Espíritos)

É evidente que os Espíritos Superiores não recomendam ao homem na Terra uma situação de passividade, diante do bem que lhe compete fazer, promovendo a justiça social entre as criaturas.
A mais legítima das caridades é a concessão das mesmas oportunidades para todos – da educação, de trabalho, enfim, de tudo o que possa concorrer para o seu bem-estar físico e espiritual.
É inegável que, infelizmente, muitos se retraem no testemunho a que são chamados no cotidiano, no intuito de que a luz prevaleça sobre as trevas.
De que vale esconder a chama sob o alqueire?
Quantos, por comodismo, dão de ombros e não assumem compromisso com o bem, receosos de que venham a ser cada vez mais solicitados em seu empenho na construção do Mundo Melhor?
Estes, com certeza, ainda não se melhoraram tanto quanto eles próprios supõem ou assim são considerados pelos demais. Apenas não se encontram, em atividade no mal, quem sabe, por falta de oportunidade ou por medo das consequências que se lhes acarretariam.
O bem legítimo não se contenta em contemplar a necessidade, sem que se disponha a socorrê-la.
Existem médicos que são exímios em efetuar diagnóstico, mas não sabem tratar a doença.
Esperar com Jesus é ação transformadora!
O Mestre, identificando os problemas humanos, não se limitou a relacioná-los como denunciá-los às autoridades da época.
É possível que, sobre a Terra, quase ninguém ignore o que é preciso ser feito para que as condições de vida sejam mais favoráveis a todos.
Embora ainda imperfeitas, as leis humanas têm se aprimorado satisfatoriamente, garantindo, na teoria, os mesmos direitos civis aos cidadãos de todos os países – falta-lhes serem cumpridas na prática, sem que os que fazem cumpri-las coloquem a sua consciência em leilão.
Quantos moralmente se esquivam, por temerem represálias que firam os seus interesses econômicos?
A timidez dos bons ou dos que estão tomando a decisão de se fazerem melhores é incentivo à ousadia dos transitoriamente maus.
Reconhece-se o verdadeiro cristão não pela sua bondade aparente, mas, sim, por suas obras!
O espírita há de ser um homem de constante atuação na sociedade, sem contemporizar com interesses menores ou fazer concessões à ilegitimidade.
O “não julgar” não se traduz por omissão nas palavras e, muito menos, nas atitudes.

(Carma e evolução. Ditado pelo Espírito Irmão José; psicografado por Carlos A. Baccelli. Uberaba, MG: LEEPP, 2008, p. 155)

Consultório

Alguns leitores estão preocupados em “desenvolverem” a mediunidade. E perguntam, em síntese: “Como proceder, o que fazer?”.
Ninguém melhor do que o Espírito Odilon Fernandes para responder a esses questionamentos. Ele dirige, no mundo espiritual, o Liceu da Mediunidade, que integra a comunidade Hospital Esperança, dirigida por Eurípedes Barsanulfo. No livro Eu também voltei, psicografado por Carlos A. Baccelli, ele aborda essa questão claramente:

Muitos de nós, principalmente os nossos irmãos encarnados, estamos excessivamente preocupados com o desenvolvimento de nossas faculdades mediúnicas. Carecemos, neste sentido, de modificar as nossas concepções, porque, em essência, o que precisa ser desenvolvido é a nossa espiritualidade própria, da qual as faculdades psíquicas são decorrentes.
Trabalhando pelo nosso crescimento interior, haveremos, naturalmente, de influenciar o nosso inconsciente, substituindo velhos valores que nele se encontram arraigados. O inconsciente é o alicerce da casa que estamos construindo e, segundo as sábias palavras do Cristo, ninguém constrói uma casa sobre a areia!
No Liceu da Mediunidade, cuidamos, essencialmente, da educação do espírito – base imprescindível para que as nossas percepções psíquicas eclodam com proveito, porque não basta ser médium – é preciso saber por que, para que e como!
Como os Espíritos disseram a Kardec, o Cristo deve ser o nosso modelo e guia. Sem o Evangelho por norte, apenas e tão-somente nos candidataremos a capitular experiências.
O cultivo dos dons mediúnicos, que, repetimos, em essência, é o cultivo dos valores do espírito, encarnado ou desencarnado, tem influência direta nos mecanismos do inconsciente, significando substituir treva por luz! Mediunidade é trabalho de construção para a Vida Eterna – não lhe conheço melhor definição que esta!
A consciência da integração existente entre os diferentes Planos da Vida faz com que o espírito modifique os seus pensamentos e, em consequência, passe a desconsiderar os valores ilusórios nos quais, até o presente momento, vem centralizando os seus esforços e interesses.
A mediunidade, portanto, mais que um sentido psíquico, é um novo sentido existencial!

(Eu também voltei. Ditado pelo Espírito Irmão Zaqueu; psicografado por Carlos A. Baccelli. Uberaba, MG: LEEPP, 2013, p. 407)

Livro

Carma e evolução. Ditado pelo Espírito Irmão José; psicografado por Carlos A. Baccelli. Uberaba, MG: LEEPP, 2008.
Irmão José é o pseudônimo de devotado seareiro da Vida Maior, que, há longos anos, tem se desdobrado no labor da Doutrina nas dimensões espirituais, especialmente, na região do Triângulo Mineiro, a Meca do Espiritismo.
Segundo informações, Irmão José é o autor de algumas das páginas inseridas em O Evangelho Segundo o Espiritismo, tendo sido, à época do cristianismo primitivo, abnegado companheiro das lides missionárias de Paulo, o apóstolo da gentilidade.
Irmão José tem legado mensagens de luzes e orientações, inicialmente, pela médium Maria Modesto Cravo ( ) e, após o desencarne desta, pelo médium Carlos A. Bacceli.
Carma e evolução desenvolve alguns temas levantados em O Livro dos Espíritos, tais como: mediunidade, obsessão, reencarnação, provas e expiações, causa e efeito, livre arbítrio, dor e evolução, valor da prece. Uma leitura que amplia a nossa visão sobre essas e outras questões presentes no nosso dia a dia.

Mensagem da semana

Criaturas buscam com frequência médiuns e conselheiros para se esquivar da responsabilidade de agir por si mesmas, quando deviam trabalhar no sentido de suprimir os padrões negativos que cultivam na intimidade durante anos a fio.

Batuira

(Orvalho da manhã. Ditado pelo Espírito Batuira; psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto. Catanduva, SP: Boa Nova, 2005, p. 123).

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